18 de ago de 2010

Um pouco sobre Gestão - Empresas Adolescentes

Hoje pela manhã recebi um texto bem interessante sobre Empresas Adolescentes.
O interessante é que muitas coisas acontecem desta forma por mais "ridiculo" que isto possa parecer.
Nestas horas fico pensando....muitas e muitas vezes queremos apenas trabalhar, buscamos o melhor para a organização, mas nem sempre é possivel e acreditem, nossos "GESTORES" nos cortam, nos podam e nos tornam medíocres, sem atitude e de uma certa forma conformados.
A questão é:
1) Você se sente livre e criativo, fazendo de melhor você sabe e pode fazer no seu trabalho??????

  •  Se a resposta for SIM, aproveite cada segundo e evolua sempre...empolgue seus colegas e pense sempre no objetivo único onde quando a organização cresce, você tambem crescerá!

  • se a resposta for NÂO...bom....se você NÃO pode fazer o mínimo, OU SEJA, fazer o que você sabe da melhor forma possivel. Se além disso esta atitude de fazer o melhor passa a ser vista como uma "ameaça"....bom então pare, pense e planeje-se! Mas planejar neste caso, não apenas a forma de como ainda tentar evoluir, mas sim planeje seu caminho em outra organização ou em outro sonho...
Leia o texto abaixo e veja que felizmente ou infelizmente você ja é adulto demais para trabalhar em uma EMPRESA ADOLESCENTE.

 EMPRESAS ADOLESCENTES

Algumas empresas são como adolescentes: ora comportam-se como crianças e ora já são cobradas como adultas. Ainda não têm identidade claramente definida. Normalmente são empresas com receita bruta que varia entre 50 milhões e um bilhão de reais. A faixa parece ser muito larga, mas na prática não é, especialmente para os propósitos deste texto. A pergunta é: quais são as principais falhas da gestão que as impedem de se consolidar como uma empresa adulta?
1. Não implantam um SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. A maioria delas nem desconfia o que seja esta “fera”.
2. Continuam pagando muito mal seus gestores, hábito adquirido quando eram pequenas. Desta forma, não conseguem selecionar ou manter gente talentosa.
3. Não sabem estruturar áreas de RH realmente eficazes. Não conseguem entender o papel de RH, não sabem diferenciar cargos-base de cargos-chave e amargam um estranho paradoxo em relação à rotatividade: ela é baixa para os medíocres (estes não saem e não são “saídos” da empresa) e é alta para os talentos.
4. Não desenvolvem seus próprios gestores, como conseqüência natural da falha anterior. Buscam alguns “salvadores” na rua e, normalmente, obtêm maus resultados.
5. Não procuram identificar em outras companhias as melhores práticas de gestão. Não sabem fazer benchmark. Admiram empresas de grande sucesso, mas não fazem esforços para entender o porquê deste sucesso.
6. Têm programas tímidos de treinamento.
7. Inexistem os programas de desenvolvimento gerencial. Às vezes, pagam “cursos soltos e baldios” para alguns empregados, cometendo dois erros grosseiros: treinam alguns e não treinam outros, esquecendo que a equipe precisa ter preparação homogênea (é como preparar fisicamente apenas alguns jogadores de um time de futebol e esquecer dos outros) e não ligam para os detalhes do conteúdo programático (escolhem treinamentos com base apenas no título do curso).
8. Fazem eventos que despendem tempo e dinheiro para elaborar o planejamento estratégico, mas não têm método para garantir a execução e continuidade dos planos de ação.
9. Implantam a ISO 9001 (e outras normas) apenas para obter o certificado, sem entender que estas normas são apenas listas de boas práticas em gestão. Não incorporam o que ganharam com a certificação na vida real.
10. Não têm ou não dão importância para a auditoria interna.
11. Vivem procurando novidades em gestão, mas não compreendem o básico. Quem não entende os fundamentos não consegue compreender a ambigüidade dos métodos e das ferramentas.
12. Não conseguem entender o verdadeiro significado do PDCA (quanto mais praticá-lo!).
13. Não cultivam os valores. Não entendem o papel que os valores podem representar na alavancagem de uma empresa. Tomam sustos frequentemente com o comportamento de seus empregados.
14. Contratam várias consultorias desalinhadas entre sai, buscando a “bala de prata” para resolver seus problemas no curto prazo.
15. Misturam inovação com confusão. Abrem “frentes” demais e perdem o foco.
16. Contratam com intensidade diretores e presidentes “de fora” dos seus quadros. Não desenvolvem gestores, portanto não podem promovê-los e a cultura fica cada vez mais enfraquecida.

Por isto, a maioria morre no caminho da transição entre uma pequena e uma grande empresa.

FONTE:
Paulo Ricardo Mubarack

PS. acrescentaria na última frase que realmente algumas empresas morrem no caminho de tansição entre pequena e grande empresa, entretanto outras até passam desta fase de transição, mas os funcionários desaparecem e com certeza estarão faendo o melhor em outra organização, mas o mais importante estarão felizes...

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